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domingo, 1 de fevereiro de 2009

Perversão da Lei

A LEI PERVERTIDA!

E com ela os poderes de polícia do Estado também pervertidos! A lei, digo,não somente distanciada de sua própria finalidade, mas voltada para a consecução de um objetivo inteiramente oposto! A lei transformada em instrumento de qualquer tipo de ambição, ao invés de ser usada como freio para reprimi-la! A lei servindo à iniqüidade, em vez de, como deveria ser sua função, puni-la!

A completa perversão da lei

Infelizmente, a lei nem sempre se mantém dentro de seus limites próprios. Às vezes os ultrapassa, com conseqüências pouco defensáveis e danosas. E o que aconteceu quando a aplicaram para destruir a justiça, que ela deveria salvaguardar. Limitou e destruiu direitos que, por missão, deveria respeitar. Colocou a força coletiva á disposição de inescrupulosos que desejavam, sem risco, explorar a pessoa, a liberdade e a propriedade alheia. Converteu a legítima defesa em crime para punir a legítima defesa. Como se deu esta perversão da lei? Quais foram suas conseqüências? A lei perverteu-se por influência de duas causas bem diferentes: a ambição estúpida e a falsa filantropia

Como o ser humano prospera

Existe duas maneira do indivíduo prosperar. Uma, é trabalhando com firmeza, se aprimorando, se inteirando das necessidades de outros e tentando suprí-las, usando os recursos naturais em seu favor e dos outros e acumulando o diferencial entre os custos de produzir e a inserção da quantidade de seu próprio trabalho. Outra é assimilando e apropriando-se do produto das faculdades de seus semelhantes. Daí a espoliação. E como o trabalho é algo sacrificoso, é da natureza humana tentar evitar o sacrifício, sempre que a espoliação se apresenta como mais fácil que o trabalho, ela prevalece.

Como identificar a espoliação legal

Mas como identificar a espoliação? Muito simples. Basta verificar se a lei tira de algumas pessoas aquilo que lhes pertence e dá a outras o que não lhes pertence. E preciso ver se a lei beneficia um cidadão em detrimento dos demais, fazendo o que aquele cidadão não faria sem cometer crime. Deve-se, então, revogar esta lei o mais depressa possível, visto não ser ela somente uma iniqüidade, mas fonte fecunda de iniqüidade, pois provoca represálias. Se essa lei — que deve ser um caso isolado — não for revogada imediatamente, ela se difundirá, multiplicará e se tornará sistemática. Sem dúvida, aquele que se beneficia com essa lei gritará alto e forte. Invocará os direitos adquiridos. Dirá que o Estado deve proteger e encorajar sua indústria particular e alegará que é importante que o Estado o enriqueça, porque, sendo rico, gastará mais e poderá pagar maiores salários ao trabalhador pobre. Não se ouça este enganador. A aceitação desses argumentos trará a espoliação legal para dentro de todo o sistema.De fato, isto sempre ocorreu. A ilusão dos dias de hoje é tentar enriquecer todas as classes, à custa umas das outras. Isto significa generalizar a espoliação sob o pretexto de organizá-la. Como? Criando-se através da Lei, delegacias específicas, cotas, distribuindo recursos espoliados, pra pseudos movimentos sociais, bancos, empresas, carentes e etc...

Falou.....

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

YouTube - Raul Seixas - GITA - (Completo)

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Riqueza

Fala-se muito sobre riqueza. Mas todos que falam de riqeza, se refere ao acúmulo de bens, ao ativo adquirido, ao patrimônio montado. Esta quantidade materialista pode até ser um diferenciador dos indivíduos, pode até servir para que, quem os possui, sobresaia diante de outros como possuidor de pequena, média ou grande fortuna. Mas será que o titular disto tudo é realmente possuidor de riqueza? Será que basta ser possuidor de objetos, lojas ou algum tipo de propriedade material, para ser considerado rico ou possuir riqueza.
Quem assim percebe a riqueza não a possui, é possuido por ela. Não saberia viver sem as falsas honras e glórias que lhe são adicionadas pelos que procuram facilidades, mas que se lhe faltam eles também lhe faltarão, porque não estão com quem as possuie, estão porque as possuem. Esta concepão de riqueza atiça a cobiça, torna os indivíduos ávidos à luxúria, compele-os a busca desenfreada do quanto mais, e muitos até se esquece de que é um ser humano. Quem assim intende riqueza não será nunca rico, nunca a dominará, será sempre dominado por ela.
Se enganam também aqueles que entende a riqueza como um poder, e tão somente este existe nas mãos do que são ricos. Engano, qem tem realmente poder despoja o rico de sua riqueza, priva-o da força da aquisição, por váriados meios que lhes são disponíveis, retira-lhe o patrimônio que lhe é maior como rico, sua credibilidade.

YouTube - Caetano Veloso- Alegria,alegria

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YouTube - MARTINHO DA VILA O PEQUENO BURGUES

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YouTube - Gilberto Gil - Expresso 2222

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YouTube - gilberto gil

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YouTube - Hoje - Taiguara

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domingo, 25 de janeiro de 2009

YouTube - Som Brasil - Gonzaguinha - É

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YouTube - Roberto Carlos : "Detalhes"

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YouTube - Chico Buarque - Construção

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YouTube - FAGNER GUERREIRO MENINO

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O Presidente o Grande Principe

O cidadão comum tem uma visão equivocada dos assuntos político, e não conhecem e as vezes nem imagina as pressões que sofre o homem público, principalmente o chefe do poder executivo.

O que se espera é que seja, uma espécie de deus terreno e que tudo que não seja possível ao cidadão comum, pra ele é possível.

Não me parece ter sido à toa que o presidente, que inicialmente seria apenas um personagem secundário, tenha progressivamente ganho mais destaque nos episódios: de algum modo, a idéia de um grande líder – suficientemente sábio para liderar as pessoas em todas as áreas de suas vidas, versado em economia, história e latim, bom pai, marido apaixonado e fiel, esportista e bem-humorado, enfim, alguém quase sobre-humano – é algo que fascina as pessoas. Enfim: o Estado seria capaz de tudo – desde que tivéssemos pessoas virtuosas o suficiente para administrá-lo. No fundo, se espera um príncipe benevolente, um doce tirano, que nos comande por saber o que é melhor para nós – e sabê-lo melhor do que nós mesmos.

Falou....

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O Caminho da Servidão

Vamos começar com o alerta sobre o que já vivemos sem prestarmos se quer atenção: igual a música do Martinho da vila - é divaga, é divagar é divagar divagarinho.

Depois de ter subjugado sucessivamente cada membro da sociedade, modelando-lhe o espírito segundo a sua vontade, o Estado estende então seus braços sobre toda a comunidade. Cobre o corpo social com uma rede de pequenas regras complicadas, minunciosas e uniformes, rede que as mentes mais originais e os caracteres mais fortes não conseguem penetrar para elevar-se acima da multidão. A vontade do homem não é distruida, mas amolecida, dobrada e guiada; ele raramente é obrigado a agir, mas é com frequencia proibido de agir. Tal poder não destroi a existência, mas a torna impossível; não tiraniza, mas comprime, enerva, sufoca e entorpece um povo, até que cada nação seja reduzida a nada mais que um rebanho de tímidos animais industriais, cujo pastor é o governo. - Sempre pensei que uma servidão metódica, pacata e suave, como a que acabo de descrever, pode ser combinada, com mais facilidade do que em geral se pensa, com alguma forma aparente de liberdade, e que poderia mesmo estabelecer-se sobre as asas da sabedoria popular. Alexis De Tocqueville

domingo, 18 de janeiro de 2009

YouTube - 628 - Belchior - Apenas Um Rapaz Latino-Americano

YouTube - 628 - Belchior - Apenas Um Rapaz Latino-Americano

Liberalismo

Vou dizer o que entendo por Liberalismo:

01 - Doutrina pautada no princípio da liberdade, que tem como pressupostos básico
a - O Estado mínimo e não intervensionista nas questões econômicas
b - Os preços como termômetros das decisões dos agentes econômicos
c - A ação humana, interações livres entre os indivíduos, como promotora dos resultados finais das instituições
d - O mercado como propiciador do controle expontâneo das açoes de indivíduos livres
e - O Estado Democrático de Direito (não confundir com Estado legal)
f - E a Liberdade como princípio que governa minhas escolhas, o meu ir e vir e a manifestação de minhas ideias
g - O consumidor como soberano nas decisões de mercado
h - O individuo, como ser principal e unidade principal da humanidade.

Vou começar a postar as ideias que fundamentam a síntese supra, como contribuição e uma opção para as pessoas que não estão satisfeitas com os caminhos hodiernamente tomados pelos sistemas em vigor.